Fala Louzada: setembro 2010

sábado, 25 de setembro de 2010

Dez estratégias de manipulação da MÍDIA

O linguista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das “Dez estratégias de manipulação” através da mídia:

1. Estratégia da distração. O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir o público de se interessar pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto “Armas silenciosas para guerras tranquilas”).”

2. Criar problemas, depois oferecer soluções. Esse método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3. Estratégia da gradação. Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4. Estratégia do deferido. Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isso dá mais tempo ao público para se acostumar com a ideia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chega o momento.

5. Dirigir-se ao público como crianças de baixa idade. A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranquilas”).”

6. Utilizar o aspecto emocional muito mais do que a reflexão. Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar ideias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…

7. Manter o público na ignorância e na mediocridade. Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores e as classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores (ver “Armas silenciosas para guerras tranquilas”).”

8. Estimular o público a ser complacente na mediocridade. Promover no público a ideia de que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…

9. Reforçar a revolta pela autoculpabilidade. Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de se rebelar contra o sistema econômico, o individuo se autodesvalida e se culpa, o que gera um estado depressivo no qual um dos efeitos é a inibição da ação. E, sem ação, não há revolução!

10. Conhecer melhor os indivíduos do que eles mesmos se conhecem. No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aqueles possuídos e utilizados pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto física quanto psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isso significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce controle maior e grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos sobre si mesmos.

Fonte;Blog Criacionismo

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Marina Silva e a renovação dos argumentos

Marina Silva, amazônida, mulher e evangélica. Ela parece reunir todos os contras para uma carreira pública. Se fosse paulista, homem e ateu, provavelmente teria encontrado menos dificuldades na vida. No entanto, Marina tem angariado votos por razões além das credenciais de origem e profissão de fé. 
Cria de Chico Mendes, formada nos embates antidesmatamentos, sua trajetória lembra a do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ambos saídos de um Brasil marginalizado. Ambos fizeram a opção de lutar pelos mais pobres. Ambos preferivelmente conciliadores. Por que Lula não a tomou como candidata, em vez de uma desconhecida Dilma Rousseff? Seria por que Marina não é alguém adequadamente manobrável? 
Galgando todos os degraus ascendentes na esfera pública (deputada, senadora e ministra), Marina Silva surge como candidata à presidência da República. Sua candidatura representa uma interessante coligação de ideias, mais do que de partidos, além de ser uma alternativa viável à bipolarização política entre PSDB e PT. Assim como o Lula de hoje, ela também parece acima de tensões partidárias. Por exemplo, ao votar em Marina, o eleitor que não compartilha de suas crenças religiosas a reconhece como um símbolo de uma ética política perdida. 
Ademais, alguns fatores que têm inibido seu maior crescimento nas pesquisas - o ambientalismo e o cristianismo - só são empecilhos quando não se conhece mais de perto as ideias de Marina. Pra começar, ela não é a Madre Teresa do Greenpeace. 
Embora sua plataforma política, o desenvolvimento sustentável, tenha ares de discurso único, isso é um mito. Esse foi o discurso que a levou a ser Ministra do Meio Ambiente. Como candidata, seu leque de propostas obviamente cresceu. 
Sua defesa do meio ambiente está mais para a reorganização produtiva do que para o fundamentalismo ecológico. O modelo de produção que advoga se contrapõe à sanha do desenvolvimento a qualquer custo, o que inclui uma mudança de mentalidade. Isso se reflete não apenas no uso dos recursos naturais, mas também se relaciona às cidades, como no seu comentário de que é mais necessário reduzir o tempo que os trabalhadores gastam dentro dos transportes do que reduzir o tempo de trabalho semanal. 
Enquanto José Serra e Dilma Rousseff ficam disputando quem vai fazer mais escolas técnicas, as propostas de Marina estão relacionadas à superação da baixa escolaridade dos brasileiros. 
Marina não tem apregoado algumas idéias progressistas do PV (Partido Verde), sua base partidária. Ela não encampou a defesa do aborto ou do casamento entre homossexuais. Mas ela não se furta a responder que são assuntos que carecem de maior aprofundamento de discussão e que não será um decreto presidencial que imporá sua vontade pessoal (nem contra nem a favor). 
Marina Silva não representa uma igreja. Nem representa princípios retrógrados. Aliás, sua fala ponderada ecoa valores acolhidos por grande parte dos brasileiros. Seu histórico quixotesco, misturando suas lutas por ideais alternativos com seu semblante de amazona de triste figura, tem atraído um eleitorado disposto a renovar conceitos pela força do argumento. Se ela consegue equilibrar essas tensões e aparentes contradições, só o tempo tem a resposta. 
Joêzer Mendonça

O povo tem memória curta.

(Entrevista feita com o jornalista Michelson Borges pela estudante de Jornalismo do Unasp Tatiane Virmes)


1. Por que a mídia tem grande poder de influir na opinião pública?

Primeiro, porque muitos jornalistas, editores e donos de meios de comunicação sabem exatamente como utilizar os mecanismos de controle de opinião pública e se valem desse expediente para se beneficiar ou promover seus interesses. Segundo, porque o povo desconhece o processo de preparo da notícia, a hierarquização de assuntos e os diversos vieses que uma pauta pode ter, e assume que o que é veiculado é a pura verdade. Poucas pessoas vão atrás do aprofundamento da informação, lendo, comparando, criticando. Terceiro, porque nossa população não é estimulada a desenvolver a visão crítica.

2. A mídia falha em muitas vezes não dar continuidade na cobertura dos fatos que pressupõe ser irrelevantes?

Na ânsia por divulgar o novo, o inusitado, sem dúvida existe essa falha de não se acompanhar o desdobramento dos fatos. Como se diz que o povo tem memória curta, a imprensa deveria assumir o papel de instrumento de recordação, recapitulando histórias e cruzando informações. De vez em quando, isso até é feito, mas a dinâmica do fazer jornalístico impõe uma velocidade e uma fugacidade às notícias que o que hoje é relevante e está nas telas e páginas de todo o país, amanhã pode ser banido para a vala comum das informações ultrapassadas. Cria-se a falsa impressão de que somente o aqui e agora é que tem importância jornalística, quando a coisa não é bem assim.

3. Os veículos de comunicação revelam acontecimentos bombásticos e a população se indigna, mas quando a mídia deixa de dar relevância ao fato, automaticamente eles esquecem? Por que este fenômeno acontece na sociedade em geral?

Porque vivemos a cultura do espetáculo. A mesma pessoa que fica indignada com os desmandos da política, poucos minutos depois de assistir ao telejornal, vai derramar lágrimas com sua novela preferida. Na mente rasa de muitos telespectadores, tudo se trata de um espetáculo montado para entretê-los. A vida é um show, é o circo. E a nós, espectadores passivos, cabe o papel de apenas sentar, assistir, se emocionar e depois ir para a cama, prontos para um novo dia. Vivemos sempre à espera do próximo “espetáculo” e quando ele explode em nossas telas, concluímos: “Que horror! Mas, tudo bem, o mundo continua o mesmo.” E seguimos a vida. As informações que obtemos deveriam nos ajudar a refletir e a tomar decisões, e não apenas nos fazer passar o tempo, manipulando nossas emoções e, depois, nos anestesiando.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

O Porteiro de Prostíbulo


Não havia no povoado pior ofício do que 'porteiro do prostíbulo'.
Mas, que outra coisa poderia fazer aquele homem?
O fato é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma
outra atividade ou ofício.
Um dia, entrou como gerente do puteiro um jovem cheio de idéias,  criativo
e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento.
Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções.
Ao porteiro disse:
- A partir de hoje, o senhor, além de ficar na portaria, vai preparar um
relatório semanal onde registrará a quantidade de pessoas que entram e seus
comentários e reclamações sobre os serviços.
- Eu adoraria fazer isso, senhor. - Balbuciou - Mas eu não sei ler nem
escrever!
- Ah! Quanto eu sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando
aqui.
- Mas senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida
inteira, não sei fazer outra coisa. - Olhe, eu compreendo, mas não posso
fazer nada pelo senhor. Vamos dar-lhe uma boa indenização e espero que
encontre algo que fazer. Eu sinto muito e que tenha sorte.
Sem mais nem menos, deu meia volta e foi embora. O porteiro sentiu como se
o mundo desmoronasse. Que fazer?
Lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a
arrumava, com cuidado e carinho.
Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego.
Mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado.
Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas
completa.
Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias em uma
mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra.
E assim o fez.
No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta:
- Venho perguntar se você tem um martelo para me emprestar.
- Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar ... já que..

- Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo.
- Se é assim, está bom.
Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse:
- Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende para mim?
- Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de ferragens
mais próxima está a dois dias de viagem sobre a mula.
- Façamos um trato - disse o vizinho.
Eu pagarei os dias de ida e volta  mais o preço do martelo, já que você
está sem trabalho no momento. Que lhe parece?
Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias.... aceitou.
Voltou a montar na sua mula e viajou.
No seu regresso, outro vizinho o  esperava na porta de sua casa.
- Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo.
Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus dias
de viagem,  mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois
não disponho de tempo para viajar para fazer compras.
Que lhe parece?
O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um
alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi
embora.  E nosso amigo guardou as palavras que escutara: 'não disponho de
tempo para viajar para fazer compras'.
Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse para
trazer as ferramentas.
Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro trazendo mais
ferramentas do que as que havia vendido.
De fato, poderia economizar algum tempo em viagens.
A notícia começou a  se espalhar pelo povoado e muitos, querendo economizar
a viagem, faziam  encomendas.
Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o
que precisavam seus clientes.
Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses
depois,  comprou uma vitrine e um balcão e transformou o galpão na primeira
loja de ferragens do povoado.
Todos estavam contentes e compravam dele.
Já não viajava, os fabricantes  lhe enviavam seus pedidos.
Ele era um bom cliente.
Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua loja
de ferragens, a ter de gastar dias em viagens.
Um dia ele lembrou de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e pensou que
este poderia fabricar as cabeças dos martelos.
E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras, etc
...
E após foram os pregos e os parafusos...
Em poucos anos, nosso amigo se  transformou, com seu trabalho, em um rico e
próspero fabricante de ferramentas.
Um dia decidiu doar uma escola ao povoado.
Nela, além de ler e escrever,  as crianças aprenderiam algum ofício.
No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da
cidade, o abraçou e lhe disse: - É com grande orgulho e gratidão que lhe
pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira
página do livro de atas desta nova escola.
- A honra seria minha - disse o homem. Seria a coisa que mais me daria
prazer, assinar o livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou  analfabeto.
- O Senhor?!?! - Disse o prefeito sem acreditar.
O senhor construiu um  império industrial sem saber ler nem escrever? Estou
abismado.  Eu pergunto:
- O que teria sido do senhor se soubesse ler e escrever?
- Isso eu posso responder. - Disse o homem com calma.
Se eu soubesse ler e escrever... ainda seria o PORTEIRO DO PUTEIRO!!!

              Geralmente as mudanças são vistas como adversidades.

                      As adversidades podem  ser bênçãos.
                    As crises estão cheias de oportunidades.
      Se alguém lhe bloquear a porta, não gaste energia com o confronto,
                              procure as janelas.
                        Lembre-se da sabedoria da água:
          'A água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna'.
      Que a sua vida seja cheia de vitórias, não importa se são grandes ou
              pequenas, o importante é comemorar cada uma delas.
        Quando você quiser saber o seu valor, procure pessoas capazes de
        entender seus medos e fracassos e, acima de tudo, reconhecer suas
                                    virtudes.


      Isso realmente é verídico, contado por um grande industrial chamado
      Tramontina ...

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Amenidades? aqui não!!!!!!!!

Até poderia, se me fosse permitido falar somente amenidades com vocês hoje. Amenidades que talvez não fossem incomodar ninguém. Iriam ser lidas, talvez digeridas e no final das contas sobraria: o nada. Amenidades que eu digo do tipo se eu fosse comentar e analisar a repercussão na mídia e no mercado internacional quando souberam que a Luciana Gimenez está grávida. Ou que o troglodita do Dado Dolabella foi visto beijando um novo “affair”. E em Búzios! Não é incrível isso? Quer mais? A Juliana Paes exibiu sua barriga de grávida durante as compras no Rio. Que coisa né? E a Lindsay Lohan que continua em tratamento e sob vigilância? Será que foi por isso tudo que o dólar caiu? Ou será a causa da Dilma ter aparecido com uma bota ortopédica? Do tipo foi tudo muito forte para ela. Ah, coitada!
Mas uma coisa é certa! Eu não me permito fazer um papelão desses. Aqui não tem amenidades. O papo é mais sério.
E agora falando sério o que é José Dirceu? Deputado cassado e ex-ministro da Casa Civil, dizendo que Lula não é uma, nem três, mas duas vezes maior que o PT – será um número cabalístico? – e que Dilma que virou em suas palavras um “projeto” será mais importante se eleita até do que o próprio presidente Lula, pois Dilma representa todos do PT e que ela não é uma liderança que tenha uma grande expressão popular e sim a expressão de um projeto político? De quem? Do próprio Zé? Do Lula? Do PT?
Isso então me deixa com várias (outras) questões, e a primeira e mais cavernosa é: o que Zé Dirceu faz nos bastidores como se ninguém soubesse quem ele é, o que representa e o que pretende? Isso é apavorante!
Se Dilma representa o PT, o que Lula representa então? Será que ele é a personificação de algo mitológico? Será então um ser do outro mundo? Ou será algo maior ainda que transcende qualquer tentativa de se achar uma explicação para o que seja Lula?
Se Dilma não tem expressão popular, por que lançá-la candidata? É justo ludibriar os eleitores do Lula dessa forma covarde? Será que eles sabem que Dilma usa saias e que ela não é o Lula sem barba? É verdadeiro Dilma se eleger ou qualquer um do PT usando a expressão popular do chefe barbudo? E, se for assim, o que é Dilma? A sombra de Lula? Ou realmente Dilma é Lula? Será Dilma uma boneca de ventríloquo? Se for de quem será a voz? E a cabeça pensante? Haverá cabeça pensante?
Zé Dirceu disse que Dilma não tem raiz histórica no país, mas, como Lula, iria criar a sua; se isso é verdade não seria a hora exata de cortar o mal pela raiz?
E, falando em mal e raiz, Lula como sempre tira o corpo fora e mostra que não quer resolver coisa alguma, e, claro, devolve toda a questão em torno da ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, para a opinião pública, fazendo com que ela pareça ser apenas uma vítima de uma perseguição maquiavélica e imaginária feita pela oposição por ela ser considerada o braço-direito da candidata Dilma. Como Lula é criativo! Se ele usasse pelo menos uma porcentagem dessa criatividade para melhorar a saúde, a educação, já estaria de bom tamanho.
Como também estaria de bom tamanho se Lula e Dilma parassem com o discurso de que se fará uma investigação minuciosa e que a punição será exemplar, doa a quem doer. Só que depois de tsunamis de lama, escândalos para todos os gostos, ainda não vi faltar analgésico no mercado. O que me faz concluir que se houve alguma punição não doeu em ninguém.
E ninguém vai conseguir me convencer que gostou do último debate dos presidenciáveis que mostrou novamente o mesmo filme de ataques, acusações e de poucas falas sobre trabalho e metas. Tivemos uma novidade: um candidato-comediante.
Enquanto eu procuro meu título de eleitor…
Salvem as baleias. Não jogue lixo no chão. Não fume em ambiente fechado.


Por: 

Claudio Schamis

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Faltando inspiração....leia alguns pensamentos:


“De nada adianta correr se estamos na estrada errada.” Provérbio alemão 


“É preciso que eu suporte duas ou três lagartas se quiser conhecer as borboletas.” Saint-Exupèry

“A evolução é erroneamente tomada como uma explicação. Ela tem o condão fatal de deixar em muitas mentes a impressão de que elas a entendem e entendem todo o resto; da mesma forma que muitos alimentam a falsa impressão de que leram A Origem das Espécies. [...] perpassa todo o tratamento racionalista da história essa ideia curiosa e confusa de que a dificuldade é evitada, ou mesmo o mistério é eliminado, pela consideração da simples protelação ou de algo que retarde o processo das coisas. [...] a questão aqui é a falsa atmosfera de facilidade e despreocupação conferida pela mera sugestão de ir devagar.” G. K. Chesterton, O Homem Eterno, p. 25

“Os cristãos, se fossem realmente remidos, deviam parecer mais alegres.”Friedrich Nietzsche

“Fé não é acreditar que Deus pode, mas que Deus quer.” Abrahan Lincoln

“Há tanta coisa boa no pior de nós, e tanta coisa ruim no melhor de nós, que dificilmente convém a qualquer de nós falar sobre o resto de nós.” Edward Wllis Hoch

“Dúvida é uma pergunta sincera. Descrença é não querer ouvir a resposta.”Ian Judson

“Fé não é acreditar sem provas, é confiar sem reservas — confiança em um Deus que Se mostrou digno dessa confiança.” Michael Green

“Antes de escrever, deve-se aprender a pensar.” Nicolas Boileau

“O cristianismo, se é falso, não tem nenhuma importância, e, se é verdade, tem infinita importância. O que ele não pode ser é de moderada importância.” C. S. Lewis

“A conversão tira o cristão do mundo; a santificação tira o mundo do cristão.” John Wesley

“Você não é tão mau para ingressar na igreja, nem tão bom para permanecer afastado dela.” E. C. McKenzie

“A competição desperta o que há de melhor nos produtos e o que há de pior nas pessoas.” David Sarnoff

“Um homem que ousa desperdiçar uma hora ainda não descobriu o valor da vida.” Charles Darwin

“O semeador e o pregador é nome; o que semeia e o que prega é ação; e as ações são as que dão o ser ao pregador. Ter nome de pregador ou ser pregador de nome, não importa nada; as ações, a vida, o exemplo, as obras, são as que convertem o mundo. O melhor conceito que o pregador leva ao púlpito, qual cuidais que é? É o conceito que de sua vida têm os ouvintes.”Pe. Antônio Vieira, século XVII

“Tanta gente quer entrar no Big Brother. Pra quê? Pra começar uma carreira de ex-BBB? Começar a ser ex?” Alexandre Santos e Silva

“A Internet aproxima quem tá longe, mas afasta quem tá perto.” Lídia Freitas

“Se eu crer em Gênesis 1:1, 'No princípio Deus...', o restante da Bíblia não será problema para mim.” A. W. Tozier

“Não encontro dificuldade em Jonas ser engolido por um peixe. Eu acreditaria no relato ainda que a Bíblia dissesse que foi Jonas que engoliu o peixe!” Billy Graham

“É bom desmascarar os nossos pecados, para que eles não nos desmascarem.” Thomas Watson

“Os ateus têm um deus em que nem eles acreditam.” Millôr Fernandes

“Livros não mudam o mundo, quem muda o mundo são as pessoas; os livros só mudam as pessoas.” Mário Quintana

“Na boca de quem não presta quem presta não vale nada.” Anônimo

“Os homens sempre precisam estar pesquisando, sempre aprendendo; contudo, há um infinito além.” Ellen G. White

“Um homem piedoso não irá até onde ele pode, para que não vá mais adiante do que ele deve.” Thomas Watson

“Aquele que aprendeu a lidar construtivamente com sua angústia, aprendeu o mais importante.” Soren Kierkegard

“Não é que eles não vejam a solução. O que eles não enxergam é o problema.” G. K. Chesterton, escritor britânico

“Jesus não esmagou a Tomé com censuras, nem entrou com ele em discussão. (...) por Seu generoso amor e consideração, derribou todas as barreiras. Raramente se vence a incredulidade pela discussão. antes isso como que a põe em guarda, encontrando novo apoio e desculpa.” Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 808

“A ciência nos dá o conhecimento do mundo e a religião nos dá o significado.” Michael Keller, pesquisador polonês que formulou a Teologia da Ciência

“Gene é o programa mais sofisticado que roda por aí.” Bill Gates

“Em geral o homem crê só por ouvir discursos. Deveria, porém, raciocinar um pouco.” Johann Wolfgan von Goethe, escritor alemão

“Onde está a vida que perdemos vivendo? Onde está a sabedoria que perdemos com o conhecimento? Onde está o conhecimento que perdemos com a informação? Os ciclos do céu em vinte séculos nos levaram para mais longe de Deus e mais próximos do pó.” T. S. Eliot (1888-1965)

“Uma vida sem ponderação não é digna de ser vivida.” Sócrates 

“A ignorância não fica tão distante da verdade quanto o preconceito.” Denis Diderot

“Não desperdice o tempo, pois é disso que a vida é feita.” Benjamin Franklin

“Nenhum homem é honesto, até que seja honesto para com Deus.” Roy Smith

“Um pouco de filosofia inclina a mente do homem para o ateísmo, mas a profundidade em filosofia o avizinha da religião.” Francis Bacon

“A superstição é para a religião o que a borra é para o vinho, e os resíduos para os metais.” Benjamin Franklin

“O cristão é a Bíblia do mundo; mas em alguns casos uma revisão se torna necessária.” Dwight Moody

“Quase sempre preferimos o conforto da opinião sem o desconforto da reflexão.” John F. Kennedy

“O cara só é sinceramente ateu quando está muito bem de saúde.” Millôr Fernandes

“Quem se senta no fundo de um poço para contemplar o céu, há de achá-lo pequeno.” Han Yu

“A probabilidade de a vida originar-se por acaso é comparável à probabilidade de um dicionário completo surgir como resultado da explosão de uma tipografia.” Edwin Conklin

“Os preconceitos ocupam uma parte do espírito e infectam a outra.” Nicolas de Malebranche

“Nunca tenha medo da dúvida se você tem a disposição de acreditar.”Samuel Coleridge

“A fé e a razão caminham juntas, mas a fé vai mais longe.” Agostinho

“Um homem sem um país é um exilado no mundo; um homem sem Deus é um órfão na eternidade.” Henry van Dyke

“Algumas das maiores dádivas de Deus são preces não atendidas.” Garth Brooks

“Se você pensa que alguma coisa está certa só porque todos acham isso, não está pensando.” Vivienne Westwood

“O Universo, por si só, exige a existência de um ser superior que foi capaz de fazer dele uma realidade. Se não há um Deus Criador, então, fica difícil, senão impossível, explicar a existência da vida.” Guttfried Wilhelm Leibnitz

“Cada fórmula que expressa a lei da natureza é um hino de louvor a Deus.”Maria Mitchell

“O darwinismo funciona como o mito cosmológico central da cultura moderna - como a peça central de um sistema quase religioso que é conhecido como sendo verdadeiro a priori em vez de uma hipótese científica que deve ser submetida a rigoroso teste.” Phillip Johnson, Darwin on Trial [Darwin no banco dos réus]

“Não há nenhum pensamento importante que a burrice não saiba usar, ela é móvel para todos os lados e pode vestir todos os trajes da verdade. A verdade, porém, tem apenas um vestido de cada vez e só um caminho, e está sempre em desvantagem.” Robert Musil, em O Homem sem Qualidades

“Ninguém ignora tudo. Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre.” Paulo Freire

“Preocupe-se mais com seu caráter do que com sua reputação. Caráter é aquilo que você é, reputação é apenas o que os outros pensam que você é.”John Wooden

“Pertencemos ao lugar aonde queremos ir.” Wernher Von Braun

“Quando se crê em Deus, não há cotidiano sem Milagres.” Nikos Kazantzakis

“Não podemos mostrar a Cristo nosso amor, porque não podemos vê-Lo. Mas diariamente encontramos nossos vizinhos - podemos fazer por eles o que gostaríamos de fazer por Cristo.” Madre Teresa de Calcutá

“Haverá eterna perda por todo conhecimento e capacidade não alcançados, que poderíamos ter ganho.” Ellen G. White

“Há um vazio no formato de Deus no coração de todo homem.” Blaise Pascal

“Nossos corações não repousam até que encontrem repouso em Ti.”Agostinho

“A desgraça do ignorante consiste em julgar, não sendo ele nem distinto nem inteligente, que o é o quanto lhe basta; ora, quem não se vê carecido de alguma coisa, não aspira àquilo que não imagina lhe esteja faltando.”Sócrates

“A praga de nossa época é a falta de sentido. A pessoa moderna tem meios para viver, mas muitas vezes não tem um significado pelo qual viver.” Victor Frankl

“Aquele que tem um porquê pelo qual viver pode suportar quase qualquer coisa.” Friedrich Nietzsche

“O hoje é meu. O amanhã não é da minha conta. Se eu insistir em tentar olhar pelo nevoeiro do futuro, vou estragar meus olhos espirituais e isso impedirá que eu veja claramente o que é exigido de mim agora.” Elisabeth Elliot, Keep a Quiet Heart

“Se somos escravos da circunstância, certamente falharemos em aperfeiçoar um caráter cristão. Você precisa dominar as circunstâncias, e não permitir que as circunstâncias o dominem.” Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 3, p. 46, 47

“As pessoas viajam para admirar a altura das montanhas, as imensas ondas dos mares, o longo percurso dos rios, o vasto domínio do oceano, o movimento circular das estrelas e, no entanto, elas passam por si mesmas sem se admirarem.” Santo Agostinho

Gays nascem gays?


No mundo gay há a defesa da ideia de que pessoas nascem homossexuais. Isso é comprovado pela ciência? É o homossexualismo determinado geneticamente? Ou será uma escolha de comportamento decidida ao longo dos anos, especialmente na infância e adolescência? Existe um "gen gay"? Essa discussão começou em 1993, quando a revista científica de respeito mundial, aScience , publicou um estudo feito por Dean Hamer dizendo que a ciência estava no limiar de provar que a homossexualidade seria inata (se nasce com ela), genética e, portanto, imutável, sendo uma variante normal de natureza humana. (Satinover, Jeffrey, "Is There a 'Gay Gene?'", National Association for Research and Therapy of Homosexuality (NARTH) Fact Sheet, March 1999, p. 1.)

A mídia logo jogou combustível no fogo. Revistas famosas, como aNewsweek, jornais como o The Wall Street Journal, e muitas outras publicações anunciaram em manchetes as sugestões de que cientistas haviam descoberto um “gen gay”. A revista Time intitulou sua matéria: “Born Gay?” (“Nascido Gay”) (26 julho de 1993).

Contudo, até agora não foi descoberto o tal “gen gay” pela ciência. O próprio Hamer, ele mesmo revelado como gay, mais tarde disse: “Fatores ambientais têm um papel [no surgimento da homossexualidade]. Não existe nenhum gen mestre que faça as pessoas gay. ... Não creio que seremos capazes de predizer quem será gay” (Hamer, Dean and Peter Copeland, The Science of Desire [Simon & Schuster, 1994]).

Hamer havia dito que a homossexualidade poderia ser ligada aos achados do cromossomo X. Ele encontrou que de 40 pares de irmãos homossexuais, 33 (83%) receberam a mesma sequência de cinco marcadores genéticos. Outros cientistas, contudo, tais como N. E. Whitehead, Ph.D., co-autor de My Genes Made Me Do It! (Meus Gens me Fizeram Fazer Isso!), encontraram uma série de problemas com o estudo de Hamer. Whitehead primeiro apontou que o estudo falhou no controle do grupo da população geral, notando que se a mesma sequência do cromossomo X que apareceu nos homens homossexuais também apareceu na população geral de homens heterossexuais, então o gen é insignificante.

Outro problema com o estudo é que Hamer não testou os irmãos heterossexuais dos homens homossexuais para ver se eles tiveram o gen, e alguns dados daqueles homens heterossexuais indicaram que eles tinham sequências de gens idênticas. Outro dado é que sete dos pares de homossexuais não possuíam a necessária sequência genética (Whitehead, Neil and Briar Whitehead, My Genes Made Me Do It! - Huntington House, 1999, p. 141).

Somando-se ao estudo de Hamer, dois outros grandes estudos atraíram a atenção da mídia no começo nos anos 90. Um deles, feito em 1991, por Simon LeVay, se tornou mais tarde conhecido como o “estudo do cérebro”. Em seu artigo "A Difference in Hypothalamic Structure Between Heterosexual and Homosexual Men" (“Uma Diferença na Estrutura Hipotalâmica Entre Homens Heterossexuais e Homossexuais”), LeVay tentou encontrar diferenças nos hipotálamos (região cerebral) de homens homossexuais e heterossexuais. Também publicado na Science(LeVay, Simon, "A Difference in Hypothalamic Structure Between Heterosexual and Homosexual Men", Science253 [1991]: p. 1034-7). LeVay descobriu que o cérebro dos 19 homossexuais do estudo eram mais semelhantes em tamanho aos cérebros femininos. E agora? Isso comprovou ser a homossexualidade algo biologicamente determinado?

LeVay estudou cérebros de 41 pessoas, incluindo seis mulheres, 19 homossexuais e 16 homens presumivelmente heterossexuais. Ele examinou uma parte do hipotálamo chamada de INAH-3 e relatou que ela era mais do que duas vezes maior em homens heterossexuais do que em homens homossexuais. Deduziu que “a orientação sexual tem um substrato biológico” porque se os cérebros de homens homossexuais eram mais iguais em tamanho aos cérebros de mulheres do que aos dos homens heterossexuais, então os homens gays devem ser mais biologicamente semelhante às mulheres.

Porém, o que o público em geral não sabe é que muitos pesquisadores encontraram falhas nesse estudo, incluindo o próprio LeVay, que disse: “É importante enfatizar o que eu não encontrei. Eu não provei que a homossexualidade é genética, ou que encontrei uma causa genética para se nascer gay. Não mostrei que homens gays nascem desse modo, [que é] o erro mais comum que as pessoas fazem ao interpretar meu trabalho. Nem localizei um centro gay no cérebro” (Byrd, A. Dean, Shirley E. Cox and Jeffrey W. Robinson, "The Innate-Immutable Argument Finds No Basis in Science: In Their Own Words: Gay Activists Speak About Science, Morality, Philosophy" - September 30, 2002. Accessed 10 February 2006). Dos 19 homossexuais do estudo de LeVay todos morreram por complicações da aids, e é possível que a diferença no tamanho do cérebro deles tenha sido causada pela doença e não por serem homossexuais (LeVay, Simon, Queer Science (MIT Press, 1996), p. 143-45).

O terceiro maior estudo alardeado como “prova” da ligação entre homossexualidade e genética foi feito em 1991 pelo psicólogo Michael Bailey e pelo psiquiatra Richard Pillard. Usando pares de irmãos — gêmeos idênticos, gêmeos não-idênticos, irmãos biológicos e irmãos adotados —, Bailey e Pillard tentaram mostrar que a homossexualidade ocorre mais frequentemente entre gêmeos idênticos. Mais uma vez, o que a maioria das pessoas não sabe e a mídia não anunciou devidamente é que esse estudo na realidade provê apoio para os fatores ambientais e não para a genética! Se o homossexualismo estivesse enraizado na genética, então os dois gêmeos teriam que ser homossexuais 100% das vezes, o que não ocorre na realidade (Byne, William, "The Biological Evidence Challenged", Scientific American - May 1994: p. 50-55).

Bailey e Pillard verificaram no estudo que entre os gêmeos idênticos 52% eram ambos homossexuais, comparados com os não idênticos, entre os quais somente 22% compartilharam a mesma orientação homossexual. Em 9,2% do tempo, ambos os irmãos não gêmeos foram homossexuais, e em 10,5% do tempo ambos os irmãos adotivos foram homossexuais.

Dr. Whitehead explicou mais tarde: "Gêmeos idênticos têm gens idênticos. Se a homossexualidade fosse uma condição biológica produzida inescapavelmente pelos gens (como a cor dos olhos), então se um gêmeo idêntico fosse homossexual, em 100% dos casos seu irmão seria também. ... Os gens são responsáveis por uma influência indireta, mas, em média, eles não forçam as pessoas para a homossexualidade. Essa conclusão tem sido bem conhecida na comunidade científica por umas poucas décadas mas não tem alcançado o público geral. De fato, o público crê aumentadamente no oposto” (Whitehead, N.E., "The Importance of Twin Studies." Accessed 10 February 2006).

(Dr. Cesar Vasconcellos de Souza; matéria baseada no artigo de Melissa Fryrear)

Além de darwinista, Veja é “gayzista”


Se a imparcialidade é um alvo impossível para a imprensa, pelo menos a coerência e a honestidade deveriam ser esperadas dela. Ao passo que a revista Veja prega a tolerância aos homossexuais e o combate à homofobia (no que não está errada), vive atacando os criacionistas e defensores da teoria do design inteligente. Ou seja, a tal tolerância é seletiva. Veja se mostrou darwinista muitas vezes em sua trajetória editorial, agora, com a matéria de capa desta semana, deixa claro que também é “gayzista”. A matéria em questão é mais uma parte da bem orquestrada campanha para adestrar jovens a ver como normal aquilo que originalmente não deveria ser. O controvertido filósofo Júlio Severo afirma em seu site que “os adolescentes vivem um contexto social hoje onde a mídia de massa, o governo e as escolas impõem o homossexualismo como normal. Qual deveria ser o resultado? Veja falou do efeito, mas não falou das causas, nem dos causadores. Veja foi incapaz ou inepta de ver os jovens entrevistados como vítimas de propaganda. Será que devo me fazer de inocente e insinuar que Veja não sabe de nada e que Veja não tem parte nenhuma nessa propaganda?”

Severo compara: “O mesmo tipo de propaganda, quando era direcionado para favorecer o comunismo na União Soviética, produziu mais adolescentes que se assumiam comunistas e que viam o comunismo como normal. O mesmo tipo de propaganda, quando era direcionado para favorecer o nazismo na Alemanha da década de 1930, produziu mais adolescentes que se assumiam nazistas e que viam o nazismo como normal. O mesmo tipo de propaganda, que agora é direcionado para favorecer a ideologia homossexual, fará o que entre os adolescentes? Diminuição no desejo de assumir a homossexualidade?”

E ele aponta também a ironia: “Na Alemanha nazista, era moleza um adolescente se assumir nazista, mas ai dele se dissesse que era contra o nazismo! Na União Soviética, era moleza um adolescente se assumir comunista, mas ai dele se dissesse que era contra o comunismo! No Brasil socialista e esquizofrênico de Lula, é moleza um adolescente se assumir homossexual, mas ai dele se disser, na escola ou num programa de TV, que é contra o homossexualismo!”

Nessa de normalizar o anormal, já li nas páginas de Veja (e outras publicações, como a Superinteressante, por exemplo) que o adultério é normal e aceitável porque o homem foi “projetado” pela evolução para espalhar seus genes a torto e a direito. E a mulher darwinista não tem que reclamar disso, nem de seu papel de parideira. Será que daqui a algum tempo vão criar a lei da “adulteriofobia”, alegando que os “adúlteros normais” estão sendo discriminados? Eles também poderão alegar que nasceram assim e que temos que aceitá-los como são. E ainda poderão apelar para a ciência evolucionista a fim de se justificar.

Pior mesmo são as tentativas furadas de explicar evolutivamente o homossexualismo. Nenhuma convence. Sim, porque se todos fossem homossexuais, o grande imperativo da procriação estaria ameaçado.

Deus criou Adão e Eva, não Adão e João ou Eva e Maria. Na complementaridade dos diferentes é que surge “uma só carne”. Mas, como para a imprensa secular a criação é história da carochinha, “normal” é termos surgido por acaso; normal é unir côncavo com côncavo e convexo com convexo.

A tolerância ensina que devemos aceitar o diferente, o que não significa que não possamos discordar disso e manifestar educadamente nossa discordância – tanto do diferente quanto da estratégia de normalização do diferente.[MB]

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Serra perde para o bom momento do país

Não é só Lula ou Dilma que atrapalham o tucano. O maior adversário do candidato do PSDB é o momento que o país vive. Por Leandro Mazzini



O folclore em torno de campanhas políticas de uma tão jovem democracia eleitoral – são apenas 24 anos desde a abertura – é demasiado rico a ponto de podermos cravar uma certeza diante de tantas especulações, sejam de especialistas ou do simples palpiteiro de bar: só as urnas comprovam as massas. Não que pesquisas sejam mal direcionadas ou, pelas pequenas amostras, passem longe da escolha popular. Elas servem para nortear discursos e indicar tendências. O fato é que um candidato se faz com o tempo. Ele confecciona sua imagem e consolida suas ideias a cada desafio, eleitoral ou administrativo. Assim pensa o tucano José Serra, pelo que já se viu de seu perfil nesta campanha. Mas então vem a pergunta inevitável relembrando a trajetória do candidato do PSDB: onde Serra errou, ou erra?
É um primeiro equívoco. Engana-se quem julga o momento como um conjunto de ações acertadas, ou desnorteadas. Os erros e acertos de uma campanha podem ser avaliados futuramente, em análise aprofundada. O dinamismo das campanhas, agora tão mais aceleradas no contexto da internet, TV, rádio, rua, palanque, eventos, discursos para todos os gostos e tribos, não permite avaliações instantâneas. Entra-se no jogo e dele só sai vencedor ou derrotado. Contam-se os mortos, feridos e heróis na hora do balanço. José Serra entrou no jogo ciente do risco que correria, que esta é a sua última chance de chegar ao Palácio do Planalto. Motivado pela ambição que sempre ocultou desde que perdeu em 2002, tornou-se um estrategista fechado em sua técnica. E, por isso, um centralizador, sim, ao contrário do que dita aos holofotes.
Serra nunca deixou de ser o candidato, contou-me certo dia o presidente do PSDB de São Paulo, deputado federal Mendes Thame. Explicava isso diante dos sinais emitidos das montanhas mineiras de que Aécio Neves o engoliria na disputa pela indicação. Serra manteve-se impassível como governador. Essa foi uma técnica. Elucidou-me isso o federal Stangarlini, também próximo do tucano, numa tarde no Congresso: Serra não poderia adiantar a disputa. Se se apresentasse à mídia como nome ao Planalto quando Aécio apareceu como pré-candidato, em meados de 2009, o governador paulista perderia o controle do estado que administrava, o controle do PSDB paulistano e se transformaria muito rapidamente em alvo do PT – como hoje. Essa foi a segunda técnica de Serra.
Deste modo, Serra perde para ele mesmo. Perde porque demorou a se lançar e a consolidar seu nome como candidato a presidente desde o início de 2009, como queriam os aliados do DEM, PPS e do PSDB. Este, sim, pode ser um equívoco eleitoral – e não erro político, é necessário distinguir. Ao passo que ele se preservou no poder paulista, perdeu espaço para o crescimento contínuo de Dilma Rousseff, que adentrava rincões como potencial nome petista à sucessão. Mas se Serra assistiu a tudo passivo, retardando seu projeto, teve um acerto administrativo: conseguiu entregar o governo de São Paulo sem crises internas, nem rachas no seu partido. E partiu para a briga. Tardiamente, mas partiu.
Serra perde para ele mesmo porque não consegue agregar aliados. Não conversa. E não sou eu quem diz. Ouço isso diariamente tanto de adversários, pela maldade verbal cabível à disputa, mas principalmente dos próprios aliados, que veem em Aécio Neves o grande diferencial da aglutinação ausente em Serra.
E por fim, Serra perde – segundo as pesquisas – principalmente por um fator inédito na História do país. A força popular de um presidente que vira um mito, com alta aprovação. Quando Hillary Clinton desistiu de disputar as prévias com Barack Obama, foi porque ouvira de seu maior guru: é difícil lutar contra um movimento. Ele falava de toda uma áurea que envolvia o senador adversário: o negro, o carisma, o projeto, a boa equipe e uma frase de efeito. Pode-se dizer que, no Brasil, com o cenário sóciopolítico e econômico sem estremecimentos de hoje, é difícil lutar contra um movimento: a continuidade do que está aí. No melhor dos bordões, o que se passa pela cabeça do povo é a metáfora que Lula ainda não disse no melhor de seu estilo: em time que ganha, não se mexe.
Serra perde, na verdade, para essa conjuntura socioeconômica. Não é só Lula ou Dilma que atrapalham o tucano. O maior adversário do candidato do PSDB é o momento que o país vive. Em suma, é o que Serra se pergunta todos os dias: como se apresentar como alternativa de poder para uma massa popular satisfeita com o país em que vive, independentemente de números e índices.
Nota do autor – Em política, a eloquente falácia é a melhor arma num coldre sem balas. No faroeste eleitoral há um vício imutável que pouco importa aos olhos da massa no tiroteio verbal: a ausência de um programa de governo. É isso o que derruba o discurso e o mandato dos candidatos. Sinceramente, não vejo programa convincente em nenhum deles.

domingo, 12 de setembro de 2010

E a briga começou...hehehe



Minha esposa sentou-se no sofá junto a mim enquanto eu passava pelos canais.
Ela perguntou:
- O que tem na TV?
Eu disse
- Poeira.
E a briga começou…
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Minha esposa estava dando dicas sobre o que ela queria para seu aniversário que estava próximo.
Ela disse:
- Quero algo brilhante que vá de 0 a 200 em cerca de 3 segundos.
Eu comprei uma balança para ela.
E então a briga começou…
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Quando cheguei em casa ontem a noite, minha esposa exigiu que a levasse a algum lugar caro.
Então eu a levei ao posto de gasolina.
E então a briga começou…

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Minha esposa e eu estavamos sentados numa mesa na reunião de colegial dela, e ele ficou olhando para um cara bêbado que balançava seu drinque enquanto estava sozinho numa mesa próxima.
Eu perguntei para minha esposa:
- Você o conhece ?
- Sim, ele é meu antigo namorado… Eu sei que ele começou a beber logo depois que nos separamos há tantos anos, e pelo que sei ele nunca mais ficou sóbrio.
- Meu Deus!! Quem pensaria que uma pessoa poderia ficar celebrando por tanto tempo?
E então a briga começou…
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A mulher esta nua, olhando no espelho do quarto de dormir. Ela não está feliz com o que vê e diz para o marido:
- Sinto-me horrível. Pareço velha, gorda e feia. Eu realmente preciso de um elogio seu.
O marido retruca:
- Sua visão está perto da perfeição.
E então a briga começou…
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Eu levei minha esposa ao restaurante. O garçom, por algum motivo, anotou meu pedido primeiro.
- Eu vou querer churrasco mal-passado, por favor.
Ele disse:
-Você não está preocupado com a vaca louca ?
- Não, ela mesma pode fazer seu pedido.
E então a briga começou…